quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

O nosso belo serviço público.

 O que vos trago hoje não aconteceu comigo, foi apenas partilhado.
 Todos nós constatamos que a coisa por cá não anda nada bem de emprego e andamos sempre a contar os tostões que recebemos da segurança social, mais propriamente o subsídio de desemprego, que nem para uma renda de casa é suficiente.
 O mais irónico nesta treta toda do subsídio de desemprego é a quantidade de "encargos" que eles nos dão numa tentativa de manter as pessoas ocupadas. É ir de 15 em 15 dias à junta, é carimbar papéis em lojas, que obviamente nunca o fazem ou então participar em tudo o que o centro de emprego da nossa bela zona nos propuser senão lá se vão os tostões.
 O meu namorado recebeu uma convocatória dessas, em correio registado (não vá a carta fugir para onde não deve de conteúdo tão alucinante que traz), para comparecer a uma entrevista. Uau! Dos 6 meses que lá andei eles nunca quiseram nada comigo e finalmente entendi o porquê. No dia da entrevista acompanhei o meu namorado até ao dito centro e depois aguardei.
 E agora adivinhem lá qual era a bela da proposta de emprego!
 A vida de militar! Isso mesmo que leram. Ainda para mais só aceitam pessoas até aos 25 anos e o meu namorado está praticamente a fazê-los.
 Eu achei foi uma estratégia brutal, para não falar da sincera perda de tempo. Terá sido ideia do governo juntamente com o exército? É o que mais me parece.
 Senhores dos serviços públicos, governos e companhia dediquem-se mas é a arranjar entrevistas de trabalho como deve de ser para as pessoas porque se alguém quisesse mesmo ter seguido essa carreira teria ido para lá aos 18 anos!

2 comentários:

mundoameuspés disse...

Brincadeira de mau gosto, tá-me a parecer! Perda de tempo...!

Vanz disse...

E uma brincadeira completamente sem nexo. Se precisam tanto de militares vão fazer propaganda para faculdades ou para centros comerciais!
Ainda para mais têm acesso aos dados e convocam pessoas que estão mesmo a atingir a idade limite. É assim que os nossos serviços publicos funcionam, à base da incompetência.