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segunda-feira, 2 de junho de 2014
Tu sabes que a crise não toca a todos...
... quando vais em qualquer estrada do centro de Lisboa no teu amado e estimado pópó de 1998 e 98% dos carros que te rodeiam são de 2010 para cima, todos de gama alta.
terça-feira, 20 de agosto de 2013
Judite.
Depois de passar os olhos por tantos posts sobre a "famosa entrevista" de Judite de Sousa ao tal rapaz brasileiro, lá me dignei eu a ver tal coisa.
Confesso que dá para rir, e bem. É o espelho da sociedade que temos, infelizmente.
Uma pessoa com um ordenado muito acima do nosso salário minimo nacional (referindo-me à D. Judite), teve um momento iluminado no qual achou perfeito falar em privilégios e obrigações do tal rapaz. Ora bem, posto isto de forma muito simples, se ele que tem imenso dinheiro tem (e não, não tem) obrigação de ajudar os que estão em dificuldades, não estará na lista de obrigações dela também? Tendo em conta que ganha mensalmente o salário minimo multiplicado por 56? Terá esta senhora a consciência tranquila, quando passa por algum sem abrigo ou algum necessitado e por acaso correrá ela em seu auxílio? Porque se considera obrigação do rapaz, não seria dela também, porque ela não é também uma privilegiada? Foi falar o roto ao nú...
Sem referir os ataques todos infundados, o tom agressivo com que a entrevista foi conduzida e o facto de nem deixar o moço acabar de falar muitas das vezes, é caso para ter a certeza que estamos todos entregues aos bichos e ao cancro intelectual desta gentalha hipócrita.
Em relação ao rapaz ter possivelmente um relógio de 50 mil euros, não é também problema dele? Aposto que se a senhora gostar de u'mamala Chanel e tiver possibilidade de a comprar que o fará, sem pensar sequer duas vezes nas almas pobrezinhas da crise deste país. Tal como qualquer um de nós, se fossemos mais abastados e pudéssemos gastar num pequeno ou grande luxo, qual seria o pecado de tal esbanjamento? Absolutamente nenhum! Tal como não teremos lugar garantido no céu só porque damos uma esmola a alguém mas não é certamente por isso que o vamos deixar de fazer.
Tirando isto, adorei a nova visão sobre as tatuagens! Ter tatuagens é sinal de excentricidade. Pode ser que agora passe também eu a ser vista de outra maneira e me estendam algum tapete vermelho, em vez do tapete do preconceito. Ai, ai...
(O meu Benfica lá começou outro campeonato a não ganhar nada, mas não quero sequer abranger demais tal tema...)
Confesso que dá para rir, e bem. É o espelho da sociedade que temos, infelizmente.
Uma pessoa com um ordenado muito acima do nosso salário minimo nacional (referindo-me à D. Judite), teve um momento iluminado no qual achou perfeito falar em privilégios e obrigações do tal rapaz. Ora bem, posto isto de forma muito simples, se ele que tem imenso dinheiro tem (e não, não tem) obrigação de ajudar os que estão em dificuldades, não estará na lista de obrigações dela também? Tendo em conta que ganha mensalmente o salário minimo multiplicado por 56? Terá esta senhora a consciência tranquila, quando passa por algum sem abrigo ou algum necessitado e por acaso correrá ela em seu auxílio? Porque se considera obrigação do rapaz, não seria dela também, porque ela não é também uma privilegiada? Foi falar o roto ao nú...
Sem referir os ataques todos infundados, o tom agressivo com que a entrevista foi conduzida e o facto de nem deixar o moço acabar de falar muitas das vezes, é caso para ter a certeza que estamos todos entregues aos bichos e ao cancro intelectual desta gentalha hipócrita.
Em relação ao rapaz ter possivelmente um relógio de 50 mil euros, não é também problema dele? Aposto que se a senhora gostar de u'mamala Chanel e tiver possibilidade de a comprar que o fará, sem pensar sequer duas vezes nas almas pobrezinhas da crise deste país. Tal como qualquer um de nós, se fossemos mais abastados e pudéssemos gastar num pequeno ou grande luxo, qual seria o pecado de tal esbanjamento? Absolutamente nenhum! Tal como não teremos lugar garantido no céu só porque damos uma esmola a alguém mas não é certamente por isso que o vamos deixar de fazer.
Tirando isto, adorei a nova visão sobre as tatuagens! Ter tatuagens é sinal de excentricidade. Pode ser que agora passe também eu a ser vista de outra maneira e me estendam algum tapete vermelho, em vez do tapete do preconceito. Ai, ai...
(O meu Benfica lá começou outro campeonato a não ganhar nada, mas não quero sequer abranger demais tal tema...)
quinta-feira, 15 de agosto de 2013
O dissabor do não saber.
Aquele espetáculo multimédia que é projectado no Terreiro do Paço é realmente uma iniciativa fantástica com uns bastantes agradáveis 17 minutos, que valem e bem a pena. Está mais que recomendada uma espreitadela!
Como não há bela sem senão, entristece-me imenso que, naquele mar de gente existam pessoas que, com idade para serem meus pais, digam em público atrocidades do seguinte género:
"- Viriato foi aquele gajo que lutou lá contra os bárbaros." - Hum, sei. Só que não.
"- D. Nuno Álvares Pereira foi o primeiro rei!" - isto dito para a criancinha que um dos progenitores tinha ao colo. Se começam com o déficit cognitivo desde pequenos não me admira a quantidade de bestas que este país terá daqui a uns anos. Sem falar, claro, nas actuais bestas que já por cá passeiam e debitam tais barbáries da boca para fora.
Ou até mesmo pessoas que não sabem diferenciar o Reino de Castela com o actual país nosso vizinho. É que não eram beeem a mesma coisa. Mas isto sou eu, uma pessoa que pouco ou nada sabe. Apenas tenho medo que qualquer dia o pouco de QI que tenho me fuja, quando sou prendada pelos deuses com estas abéculas.
Num desabafo mais sincero, após tal belo espectáculo (e sem ironia aqui), dá para largar uns grandes suspiros e pensar o quão grandiosos e destemidos já fomos...
P.S- As fotos estão uma senhora porcaria comparando com a projecção. Vão lá e apreciem. :)
"- Viriato foi aquele gajo que lutou lá contra os bárbaros." - Hum, sei. Só que não.
"- D. Nuno Álvares Pereira foi o primeiro rei!" - isto dito para a criancinha que um dos progenitores tinha ao colo. Se começam com o déficit cognitivo desde pequenos não me admira a quantidade de bestas que este país terá daqui a uns anos. Sem falar, claro, nas actuais bestas que já por cá passeiam e debitam tais barbáries da boca para fora.
Ou até mesmo pessoas que não sabem diferenciar o Reino de Castela com o actual país nosso vizinho. É que não eram beeem a mesma coisa. Mas isto sou eu, uma pessoa que pouco ou nada sabe. Apenas tenho medo que qualquer dia o pouco de QI que tenho me fuja, quando sou prendada pelos deuses com estas abéculas.
Num desabafo mais sincero, após tal belo espectáculo (e sem ironia aqui), dá para largar uns grandes suspiros e pensar o quão grandiosos e destemidos já fomos...
segunda-feira, 22 de julho de 2013
Novela.
Quando a TVI ficar sem ideias para telenovelas, ou elenco para as mesmas, pode ir buscar aqueles gajos todos que andam para lá a brincar aos Governos e Desgovernos na Assembleia e no Palácio de Belém.
O enredo consegue convencer o público que nem novela mexicana, tal não é o espectáculo que armam em torno de toda e qualquer situação, às quais deveriam de dar realmente importância mas não o fazem verdadeiramente. É um "vamos fingir que estamos realmente empenhados nisto e quando o povo estiver demasiado credível disso, toca a atirar areia para os olhos".
E está repleto de drama, drama por todo o lado. Drama porque "Oh meu deus precisamos de um governo de salvação!" que salta imediatamente para um "Nã, afinal ficamos todos na mesma, somos um país governável.". E lá vai o PR de férias com a Maria, apanhar umas flores pelos descampados e uns banhos de sol, até existir um próximo episódio.
Garantidamente melhor que quaisquer Morangos com azedume ou Florilela.
(TVI, direitos de autor, não se esqueçam! Está tudo aqui registadinho! )
domingo, 7 de julho de 2013
O drama casamenteiro da política.
Parece-me que foi desta que o casalinho, finalmente, se reconciliou. Para onde posso enviar um cartão de felicitações aos "pombinhos"?
Isto de andarem a brincar aos casamentos e divórcios esgota a santa paciência do povinho (que já pouco ou nada quer dessa laia)!
( É o Governo e o calor, nunca mais desandam daqui. Coisinhas chatas!)
Isto de andarem a brincar aos casamentos e divórcios esgota a santa paciência do povinho (que já pouco ou nada quer dessa laia)!
( É o Governo e o calor, nunca mais desandam daqui. Coisinhas chatas!)
sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011
O nosso belo serviço público 2
Uma história que agora anda aqui à tona e, que de macabra tem muito, é a tal descoberta da velhota que esteve 9 anos morta na sua própria casa.
É inadmissível uma vizinha reportar o desaparecimento da velhota e a GNR não arrombar a porta por questões burocráticas. Ainda pior foi o facto de se ir acumulando a dívida no nome da senhora, que fez com que a casa fosse para leilão das finanças.
Ora bem a GNR não arromba uma porta quando se reporta o desaparecimento de uma pessoa idosa que, imaginem, mora sozinha mas para os novos donos que adquiriram a casa já se arrombou a porta.
É o bom país que temos em que, apesar de serem reportados desaparecimentos, as autoridades e os tribunais nada fazem mas na altura de virem as finanças cobrar as dívidas todo o sistema funciona perfeitamente. Teremos nós agora que começar a avisar antecipadamente às finanças que vamos falecer?
"-Olhe menina, aponte aí que a partir de dia x não podem apontar mais dívidas porque tenho um pressentimento que vou falecer." - é bem provável que sim!
Para finalizar esta palhaçada toda (e sim isto é tudo uma grande palhaçada) é que da mesma forma que esta senhora morreu, ao abandono, se encontram outros tantos idosos na mesma situação e também a maioria deles morre sozinhos.
Vivemos nós tantos contratempos, tristezas e alegrias para na hora de partirmos, partirmos no abandono e só levarmos connosco a solidão.
É inadmissível uma vizinha reportar o desaparecimento da velhota e a GNR não arrombar a porta por questões burocráticas. Ainda pior foi o facto de se ir acumulando a dívida no nome da senhora, que fez com que a casa fosse para leilão das finanças.
Ora bem a GNR não arromba uma porta quando se reporta o desaparecimento de uma pessoa idosa que, imaginem, mora sozinha mas para os novos donos que adquiriram a casa já se arrombou a porta.
É o bom país que temos em que, apesar de serem reportados desaparecimentos, as autoridades e os tribunais nada fazem mas na altura de virem as finanças cobrar as dívidas todo o sistema funciona perfeitamente. Teremos nós agora que começar a avisar antecipadamente às finanças que vamos falecer?
"-Olhe menina, aponte aí que a partir de dia x não podem apontar mais dívidas porque tenho um pressentimento que vou falecer." - é bem provável que sim!
Para finalizar esta palhaçada toda (e sim isto é tudo uma grande palhaçada) é que da mesma forma que esta senhora morreu, ao abandono, se encontram outros tantos idosos na mesma situação e também a maioria deles morre sozinhos.
Vivemos nós tantos contratempos, tristezas e alegrias para na hora de partirmos, partirmos no abandono e só levarmos connosco a solidão.
quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011
O nosso belo serviço público.
O que vos trago hoje não aconteceu comigo, foi apenas partilhado.
Todos nós constatamos que a coisa por cá não anda nada bem de emprego e andamos sempre a contar os tostões que recebemos da segurança social, mais propriamente o subsídio de desemprego, que nem para uma renda de casa é suficiente.
O mais irónico nesta treta toda do subsídio de desemprego é a quantidade de "encargos" que eles nos dão numa tentativa de manter as pessoas ocupadas. É ir de 15 em 15 dias à junta, é carimbar papéis em lojas, que obviamente nunca o fazem ou então participar em tudo o que o centro de emprego da nossa bela zona nos propuser senão lá se vão os tostões.
O meu namorado recebeu uma convocatória dessas, em correio registado (não vá a carta fugir para onde não deve de conteúdo tão alucinante que traz), para comparecer a uma entrevista. Uau! Dos 6 meses que lá andei eles nunca quiseram nada comigo e finalmente entendi o porquê. No dia da entrevista acompanhei o meu namorado até ao dito centro e depois aguardei.
E agora adivinhem lá qual era a bela da proposta de emprego!
A vida de militar! Isso mesmo que leram. Ainda para mais só aceitam pessoas até aos 25 anos e o meu namorado está praticamente a fazê-los.
Eu achei foi uma estratégia brutal, para não falar da sincera perda de tempo. Terá sido ideia do governo juntamente com o exército? É o que mais me parece.
Senhores dos serviços públicos, governos e companhia dediquem-se mas é a arranjar entrevistas de trabalho como deve de ser para as pessoas porque se alguém quisesse mesmo ter seguido essa carreira teria ido para lá aos 18 anos!
Todos nós constatamos que a coisa por cá não anda nada bem de emprego e andamos sempre a contar os tostões que recebemos da segurança social, mais propriamente o subsídio de desemprego, que nem para uma renda de casa é suficiente.
O mais irónico nesta treta toda do subsídio de desemprego é a quantidade de "encargos" que eles nos dão numa tentativa de manter as pessoas ocupadas. É ir de 15 em 15 dias à junta, é carimbar papéis em lojas, que obviamente nunca o fazem ou então participar em tudo o que o centro de emprego da nossa bela zona nos propuser senão lá se vão os tostões.
O meu namorado recebeu uma convocatória dessas, em correio registado (não vá a carta fugir para onde não deve de conteúdo tão alucinante que traz), para comparecer a uma entrevista. Uau! Dos 6 meses que lá andei eles nunca quiseram nada comigo e finalmente entendi o porquê. No dia da entrevista acompanhei o meu namorado até ao dito centro e depois aguardei.
E agora adivinhem lá qual era a bela da proposta de emprego!
A vida de militar! Isso mesmo que leram. Ainda para mais só aceitam pessoas até aos 25 anos e o meu namorado está praticamente a fazê-los.
Eu achei foi uma estratégia brutal, para não falar da sincera perda de tempo. Terá sido ideia do governo juntamente com o exército? É o que mais me parece.
Senhores dos serviços públicos, governos e companhia dediquem-se mas é a arranjar entrevistas de trabalho como deve de ser para as pessoas porque se alguém quisesse mesmo ter seguido essa carreira teria ido para lá aos 18 anos!
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